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Nossa História |
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Primeira editora jundiaiense voltada exclusivamente à publicação literária. O nome Literarte – uma associação de liter (de literatura) e arte – começou a ser usado no início dos anos 1980, como nome fantasia da antiga Editora Celso F. de Paula, criada na década anterior para a publicação de jornais e revistas. Por ela foram publicados, entre outros, os primeiros jornais de Jarinu, Várzea Paulista e Campo Limpo Paulista e a revista Dia & Noite – primeira publicação jundiaiense a utilizar cores em reportagens e propagandas comerciais. Em 1983, com o estabelecimento de sua nova diretriz, o nome Literarte foi erigido a razão social, popularizando-se, então, como marca dos livros publicados em Jundiaí. A difusão das artes plásticas, que já se inseria entre os objetivos do editor, ganhou, nessa época, espaço próprio dentro da empresa, com a criação de uma galeria anexa à sua sede, então localizada na Rua 15 de Novembro, 1369. Ali, periodicamente, eram feitas exposições para revelar novos talentos nas áreas da pintura, do desenho e da escultura, além de abrigar outros eventos associados à arte. Em 1986, estas atividades foram transferidas para a Praça Ruy Barbosa (piso superior do prédio aonde, por muitos anos, funcionou a loja Ducal); em 1988/89, para a Praça da Bandeira (em uma sala defronte à estação rodoviária) e, por fim, para a Rua Rangel Pestana, 560, onde a empresa se acha estabelecida desde 1992. Ao longo desses anos de atividade, a editora respondeu pela publicação de mais de 200 livros – quase todos de autores jundiaienses – e acumulou um grande acervo de pinturas, esculturas e peças em cerâmica, transformando-se, desta forma, em ponto de referência obrigatório para todos que buscam informações sobre a arte e a cultura da cidade.
O nome de seu criador, Celso de Paula, está
associado a diversos empreendimentos culturais na cidade, tais como a
realização do I Salão Nacional de Humor de Jundiaí (1991), a implantação da
Escola de Arte Dramática de Jundiaí-EADJ (1992) e a publicação dos Anuários
Jundiaienses de Artes Plásticas (1997, 1998 e 1999) e dos Dicionários Jundiaienses de Música, de Literatura
e de Artes Cênicas (1999). Esse trabalho culminou na ENCICLOPEDIA CULTURAL
DE PAULA (2006), onde o autor reúne, em três volumes, 900 páginas, mais de
dois mil nomes de personalidades jundiaienses, ligadas as artes em todos os
seus segmentos. |
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